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Julio campos em crônicas

Autor: Julio Campos
Págs.: 72
Edição: 1ª
Formato: 14x21 cm
Idioma: Português
Lançamento: 2009
ISBN: 9788589769648


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Texto de contracapa

Tania Mariza Kuchenbecker Rosing

Julio Campos em crônicas oferece uma oportunidade a cada leitor de fazer uma pausa em seu cotidiano para significar os sentimentos do autor e os olhares que ele destina ao mundo que o rodeia. Experiências de leitura, vivências, preocupações com o entorno social em diferentes dimensões são relatadas com uma linguagem simples, cujas palavras sugerem múltiplos significados.

A variação de temas propicia reflexões de diferentes níveis aos que se colocam na posição de receptores do conteúdo dessas crônicas, escritas com a preocupação não de preencher espaços, mas de permitir que os leitores preencham os vazios das crônicas inteligentes com suas experiências de leitura e de vida.

Apresentar ao público  títulos como “Indivíduo vs. Coletividade”, “Equilibrista”, “Tempo para si” entre tantos outros, que abrangem sentimentos importantes do autor, constitui oportunidade ímpar a fim de que se compartilhem preocupações, olhares, visões diferenciadas do mundo.

Julio Campos em crônicas representa o que um jovem jornalista e talentoso escritor é capaz de transformar a espécie literária crônica, cuja palavra contém em si mesmo o sentido de tempo, tempo presente (chronos), num compromisso com a reflexão sobre seu próprio tempo, sobre seus sentimentos, sejam verdadeiros ou imaginados. Textos curtos, plenos de significado podem mudar a relutância de não leitores no entusiasmo de leitores emancipados. Textos cursos cuja linguagem remete à pluralidade de significados pelo envolvimento com a palavra usada esteticamente que sugere, podendo formar leitores críticos, sensíveis.

Passo Fundo, primavera de 2009

Texto de orelha

Julio Campos iniciou sua carreira de colunista no jornal Diário da Manhã. Em 1993, foi ilustrar as páginas bidimensionais do jornal O Nacional, primeiramente com artigos sobre moda, passando em seguida para o colunismo social.

Nesse meio tempo, Julio fez uma incursão pela televisão com um programa de variedades, Julio Campos Looking For, exibido durante muitos anos pela RBS TV em horário nobre todas as sextas-feiras.

Este é seu primeiro livro e a crônica foi o gênero escolhido por ser o suporte que melhor expressa a visão subjetiva do autor. Redigidas em uma linguagem coloquial, os textos registram o circunstancial de nosso cotidiano, acrescidas de uma análise sensível e crítica, que procura proporcionar ao leitor um outro ângulo de visão de mundo, que vai muito além do fato.

As crônicas que compõem este livro foram publicadas originalmente na coluna semanal de Julio Campos, em O Nacional de 2008 a 2009 e algumas inéditas.

Passo Fundo, primavera de 2009

 

Apresentação

Marilise Brockstedt Lech

Esta coletânea de crônicas, já apresentada ao público em papel jornal, surge, agora, em forma de livro carregada de sensibilidade, paixão, superação e autenticidade. E não é por acaso, pois assim é Julio Campos. Ele é o que escreve...

São quatro anos como cronista, dezesseis anos como colunista social e uma vida inteira dedicada às emoções sabiamente descritas e partilhadas, representando um presente para nós, leitores. A cada nova crônica deparamo-nos com lições de sensatez, otimismo e sabedoria. As crônicas brilham por si e surgem como a aura do próprio autor que, corajosamente, expõe sua porção mais íntima, revelando-se enquanto faz algo que é difícil para muitos mortais: traduzir emoções em palavras.

Este livro que ora lhes apresento, fruto de um desafio que fiz ao autor, está recheado de diálogos deste consigo mesmo e com o mundo, e nos traz a possibilidade de refletirmos sobre nossas próprias atitudes diante dos outros e da própria vida. A sua leitura os fará vibrar na mesma frequência do autor, pois suas ideias encaixam-se macias em nossa própria história. Novos modos de pensar nos são apresentados, os quais poderão atender à multidão que mora dentro de nós e que muitas vezes nos torna tão imprevisíveis e, ao mesmo tempo, quem sabe, mais interessantes. 

Ao eleger o amor como tema recorrente em sua obra, ele trata da fundação do humano como um ser social, pois a verdadeira sociedade nasce a partir da relação pacífica entre as pessoas. Pessoas que devem se aceitar como são e aceitar o outro como um legítimo, mesmo na diferença.

A leitura das crônicas do Julio nos permite “girar o nosso caleidoscópio” ao nos oferecer novos pontos de vista sobre situações que até então não refletíamos com liberdade. E o que é a sabedoria senão a capacidade de reconhecer a variedade de possíveis interpretações sobre a vida através da liberdade do pensamento? A partir de agora o leitor poderá tornar-se um sujeito ilimitado, um equilibrista, um geógrafo de sentimentos, um príncipe, um amigo ou um reinventor de si mesmo, conforme está previsto nos textos que se seguem.

Julio agora é um imortal. De colunista consagrado passa a ser um semeador de sonhos. Outras crônicas virão, outros livros, quem sabe... Afinal, o que está por ser escrito já existe, latente e pulsante, e quem conhece o autor já pode “ler” estas suas emoções e ideias, mesmo antes de serem colocadas no papel.

Ao finalizar, parafraseio o autor, que sugere em uma de suas crônicas “simplesmente ame”, propondo que “simplesmente leia”. Este livro já está em suas mãos, debruce-se sobre ele. Por certo, a leitura acrescentará ainda mais sabedoria à sua vida.

Com vocês... Julio Campos em crônicas.

Passo Fundo, primavera de 2009

 

Sumário

[crônicas]
15 / No banco dos réus
17 / Ao nosso alcance
19 / Manual de instruções
21 / Focalizando
23 / Pirlim-pin-pin
25 / Nós com nós mesmos
27 / O xis da questão
29 / Participação afetiva
31 / Percepção
33 / Traduzindo emoção
35 / Descobrir-se
37 / Brilho próprio
39 / Elos
41 / Para um amigo
43 / Patrimônio emocional
45 / Pesos e medidas
48 / Sutileza
49 / Produção afetiva
51 / Origem
53 / Interruptor
55 / Conhecendo extremos
57 / Páginas em branco
59 / Lentes da alma
61 / Céu de estrelas
63 / Valor: vida
65 / Morfologia e algo mais
67 / A questão é...
69 / Geografia do sentimento
71 / Tempo para si
73 / Vehatznea Lechet
75 / Optar
77 / (i)limitados
79 / Retornável
81 / Equilibrista
83 / Indivíduo vs. coletividade
86 / [depoimentos]
101    Posfácio

Parte incial do livro

No banco dos réus

Ele é que sempre leva a culpa. Ele é que causa o desencontro e o desespero. Ele é quem é julgado pela dor que avassala, pela infelicidade, pela insônia, pelo desacreditar geral.

Por ser de menos e até por ser demais, o amor é crucificado em ambas as situações. Logo ele que deveria ser visto como uma benção, como a razão da nossa própria existência, não importando o tempo de sua passagem em nossas vidas. Quando chega ao fim o amor por aquele ser que nos desestabiliza, não adianta querermos compensar e focar no amor pelos filhos, pelos amigos e até pelos bichos de estimação. Eles não vão conseguir preencher a lacuna deixada. Porque não é eles que vamos beijar na boca e sentir o céu, nem andar de mãos dadas sentindo que nada mais tem importância no mundo.

Dizem que aquilo que os olhos não veem, o coração não sente. Isso é um grande engodo. O coração sente, sim. E devido a quem? Ao amor. Ele nos faz perceber os sinais de uma traição, por exemplo. Os carinhos, os beijos, os presentes, os olhares parecem que passam por um detector de mentiras. Por mais que não se queira acreditar, o sentimento está ali e quase berra que há uma dose grande de insatisfação e que disfarçar o indisfarçável não é tão rápido e indolor como o amor consigo. É assim também com os crimes chamados passionais. Criaturas que matam em nome do amor. Quem ama não mata, protege. O que faz querer matar é a rejeição, o ciúme e outros motivos desiquilibrados, nunca o amor.

Abandonar relacionamentos que não dão certo, tudo bem. Mas, dispensar a si mesmo e ao amor com o qual sonhamos, jamais. A vida sem amor é uma não existência. Dá pra ser uma razão, quase ínfima, de que somos nada. São as pessoas que deturpam e até estragam o amor. Esse sentimento que pode se apresentar de qualquer jeito ou forma deve ser reverenciado, aclamado e nunca culpado. A “química do amor” é inexplicável, é um todo do tudo, é uma atração sem motivo aparente. Dar as costas ao amor é o mesmo que viver sem água, porque sede sempre vai se ter e o mesmo acontece com o amor que sempre estará a postos. Que o amor liberte e seja libertado.

 
 

 

   
   
      


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